Fantasmas cotidianos
Publicado por Renata em 24/07/2009
A história não é a mesma e as lamentações são constantes.
Insatisfação com a vida, mesmo vendo o lado positivo de determinadas circunstâncias.
Os fantasmas sempre aparecem desestruturando um castelo de paredes frágeis. Estes fantasmas estão vivos, dentro e fora de mim. Fantasmas de mim mesma! Fantasmas que sabotam e me castram paulatinamente.
Me desato me atando a raízes de solos desconhecidos. Solos minados?!
O desconhecido gera incertezas onde o irreal se torna verdade e dona da minha imaginação, motivada, estimulada pela vida e pela frustração exógena!
O irreal se torna real, a realidade se destorce, verdades são omitidas, frutificando palavras sem peso e que não convencem ouvidos calejados. Atitudes imaturas e palavras profanadas sem discernimento não solidificam relacionamentos.
A inércia se torna uma ação necessária quando as palavras possuem poder de mutilação. Castra-se os impulsos, impedindo meus atos dionisíacos, estimulando a cólera, gritos inúteis, impetuosidade desacelerada e totalmente escancarada para quem quer que seja.
A fé deu lugar ao desânimo e ao caos. Não posso perder a fé!

Teatro Dos Vampiros
Legião Urbana
Sempre precisei
De um pouco de atenção
Acho que não sei quem sou
Só sei do que não gosto…
E nesses dias tão estranhos
Fica a poeira
Se escondendo pelos cantos
Esse é o nosso mundo
O que é demais
Nunca é o bastante
E a primeira vez
É sempre a última chance
Ninguém vê onde chegamos
Os assassinos estão livres
Nós não estamos…
Vamos sair!
Mas não temos mais dinheiro
Os meus amigos todos
Estão procurando emprego…
Voltamos a viver
Como há dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas…
Vamos lá, tudo bem!
Eu só quero me divertir
Esquecer dessa noite
Ter um lugar legal prá ir…
Já entregamos o alvo
E a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas
Possam se encontrar…
Quando me vi
Tendo de viver
Comigo apenas
E com o mundo
Você me veio
Como um sonho bom
E me assustei
Não sou perfeito…
Eu não esqueço
A riqueza que nós temos
Ninguém consegue perceber
E de pensar nisso tudo
Eu, homem feito
Tive medo
E não consegui dormir…
Vamos sair!
Mas estamos sem dinheiro
Os meus amigos todos
Estão, procurando emprego…
Voltamos a viver
Como a dez anos atrás
E a cada hora que passa
Envelhecemos dez semanas…
Vamos lá, tudo bem
Eu só quero me divertir
Esquecer dessa noite
Ter um lugar legal prá ir…
Já entregamos o alvo
E a artilharia
Comparamos nossas vidas
E mesmo assim
Não tenho pena de ninguém…
That’s all folks!
Lulu on the sky disse
Rê,
Espero que vc consiga afastar esses fantasmas da sua vida. Boa sorte.
Big Beijos
Lulu on the sky disse
Rê,
Espero q vc consiga afastar esses fantastmas. Siga sua vida.
Paz e Luz pra vc.
Big Beijos
Carla disse
Perder a fé NÃO pode!!!… Nunca!!!…
Bjus e boa semana…
Isa disse
Amiga, to longe, mas to aqui, viu? Qualquer coisa, mesmo, conte comigo.
“Já entregamos o alvo
E a artilharia
Comparamos nossas vidas
E esperamos que um dia
Nossas vidas
Possam se encontrar…”
Te amo, se cuida!
Bjs
Isa